
Artes/cultura
08/07/2015 às 10:45•1 min de leitura
Tem gente que reclama do nível da televisão brasileira, que aposta em peitos e bundas, além de muito assistencialismo, para segurar a audiência. “Não há nada pior do que a TV brasileira” e “É por isso que o Brasil não vai pra frente” são exemplos de comentários frequentes de quem quer depreciar o trabalho dos produtores nacionais.
Mas será que essas pessoas já pararam para pensar como é a grade de programação em outros lugares no mundo? Na China, o nível de erotismo e loucura nonsense atinge patamares que realmente não temos no Brasil. Ou será que você já assistiu a uma competição de masturbação?
É isso mesmo! Um programa noturno chinês organizou um duelo em que dois sortudos escolhidos “aleatoriamente” nas ruas são estimulados até atingir o orgasmo. As apresentadoras ficam seminuas e fazem o trabalho manual para os caras que estão frente a frente no “ringue”. Vence a disputa a dupla que conseguir primeiro o objetivo – que, óbvio, é ejacular.
Confira a batalha no vídeo abaixo (não é preciso dizer que você não deve assistir enquanto estiver no trabalho, não é mesmo?):
No Japão, outra competição chamou atenção tempos atrás: um duelo que envolvia, além da estimulação manual dos membros dos concorrentes, uma performance no karaokê. Vence aquele que conseguir a melhor nota, mesmo sendo masturbado – e rola bônus aos que ejaculam e terminam a música mesmo assim.
Já no Brasil, um canal no YouTube fez algo semelhante. O Puro Êxtase colocou Felipe Mattos, vocalista da banda Pérsia, para tocar guitarra enquanto era masturbado. Ele precisava se concentrar para acertar as notas corretas enquanto recebia uma mãozinha de uma garota.