
Ciência
09/06/2020 às 10:00•2 min de leitura
Com mais de 130 vacinas de combate ao coronavírus sendo fabricadas em todo o planeta, segundo a OMS, a ameaça recente da pandemia surge como uma grande barreira para permitir a eficácia dos medicamentos, com especialistas vendo os números de contágio e mortes aumentarem, especialmente nos epicentros, e a cura se mostrar ainda mais misteriosa.
Mesmo com poucos países conseguindo contornar a curva de infecção apenas com as restrições impostas pela quarentena e os testes de confirmação da existência de traços do vírus em humanos, em alguns casos a perspectiva de se livrar da pandemia ainda é quase nula, forçando-os a buscar soluções caseiras para o combate, apesar das inúmeras limitações que instituições de saúde vêm enfrentando.
(Fonte: Reuters/Reprodução)
Atualmente, quatro medicamentos antivirais vem sendo desenvolvidos por grandes laboratórios brasileiros, mas todos com atrasos determinados pelas restrições financeiras impostas, não permitindo que os imunizantes venham a ser testados em larga escala ou apresentam resultados mais concretos.
Dentre as fabricantes, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor) encontram-se nos estágios mais avançados do desenvolvimento das vacinas, mas ambos ainda estão se planejando para iniciar as etapas do pré-clínico, quando serão utilizadas em animais.
(Fonte: Reuters/Reprodução)
Mesmo com a confirmação da abertura de editais da CNPq para o financiamento de mais de R$ 50 milhões, distribuídos entre as instituições, previsto para o dia 15 de junho, recuperar o atraso no desenvolvimento e aplicação dos testes demandará bastante esforço das organizações, que já se veem diariamente pressionadas pela crescente nos casos de contágio e pelas questões envolvendo a reabertura do país.
Tal situação torna-se ainda mais crítica quando as outras duas instituições apresentam seus atuais projetos. O Instituto de Ciências Biomédicas da USP ainda está iniciando a avaliação estratégia de sua pesquisa, apesar da existência de projetos como o spray nasal de nanopartículas, previsto para entrar em fase clínica daqui a três meses, enquanto o Instituto Butantan aguarda a chegada do material genético viral para dar início aos estudos.
"Estamos atrasados e temos pouco dinheiro, infelizmente", conclui Alexandre Machado, do Grupo de Imunologia de Doenças Virais da Fiocruz Minas. "Haverá vacina para todo mundo? Será que uma única dose dessa vacina vai proteger? E por quanto tempo? Será que um mesmo paciente não terá de ser vacinado duas ou três vezes por ano?"
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