
Artes/cultura
29/05/2022 às 07:00•2 min de leitura
Em algum momento da sua vida talvez você tenha lido ou ouvido a palavra nióbio. O metal que já apareceu diversas vezes como possível salvação para a economia brasileira. Mas, qual seria a história, utilidade e relevância desse elemento para o Brasil ou para a vida no planeta Terra. Abaixo você pode conferir uma lista com 6 curiosidades sobre o brilhante metal chamado nióbio.
Fonte: History/Getty Images
O mineral que dá origem ao nióbio foi descoberto em 1734, pelo então governador da colônia de Connecticut nos Estados Unidos, John Winthrop, que o nomeou de columbita. A pedra ficou no Museu Britânico, em Londres, até 1801, quando o químico inglês, Charles Hatchett analisou e descobriu um componente que não pôde ser isolado e por isso permaneceu desconhecido, porém, o elemento recebeu o nome de columbium.
Fonte: My Myth Stories/Divulgação
O elemento foi redescoberto pelo químico, Heinrich Rose, em 1844, quando ele produziu ácidos a partir dos minerais Columbita e Tantalita. Como eram muito similares ele os nomeou de Niobic e Pelopic, em homenagem aos irmãos Níobe e Pélope, filhos de Dione e Tântalo da Mitologia Grega. Em 1864 o químico, Christian Wilhelm Blomstrand, conseguiu isolar a forma metálica do componente, provando a existência do elemento nióbio, antes chamado de columbium.
Fonte: Revista Galileu/Wikimedia Commons
Conforme reportagem da Sciencing, o nióbio é visto com bons olhos pela indústria de capacitores e talvez possa substituir o tântalo. Os imãs supercondutores feitos de nióbio também são promissores e aparecem como solução para eficiência energética. De mesma forma, o metal se mostrou útil até em aceleradores de partículas, como é o caso de Grande Colisor de Hádrons (LHC), que utiliza mais de 800 toneladas de fios supercondutores de nióbio.
Fonte: Jornal da Globo/Reprodução
Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais, conseguiram utilizar o nióbio no combate de vírus e bactérias. Os pesquisadores também desenvolveram um spray pediátrico que combate vírus causadores da covid-19, herpes e hepatite. O produto já foi aprovado pela Anvisa e será produzido em escala por uma empresa de Minas Gerais.
Fonte: Jannoon028/Freepik
Com aproximadamente 100 gramas de nióbio é possível tornar uma liga de 1 tonelada de ferro extremamente resistente. Isso faz com que o metal seja uma opção de matéria-prima bastante visada na produção de peças automotivas e aeroespaciais. Além disso, o alto ponto de fusão do nióbio é interessante para ferramentas e maquinários que operam em grandes temperaturas. O uso desse metal em ligas também aumenta a resistência à corrosão.
Fonte: Live Science/Artem Topchiy
Conforme artigo do Brasil Escola, cerca de 94% de todo o nióbio disponível no planeta Terra está localizado no Brasil. O país também é responsável por grande parte da comercialização desse metal. Contudo, o baixo custo de venda do nióbio em comparação a metais mais valiosos como o ouro não traz grande rentabilidade para o Brasil. De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), quase 100% da mineração de nióbio ocorre no Brasil ou Canada. A quantia do metal disponível na Terra é suficiente para os próximos cinco séculos de consumo.
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